quarta-feira, 29 de julho de 2009

ABRAÇOS

amigos, estou muito debilitado,escrever aqui não tá facil
abrços

sábado, 25 de julho de 2009

TUDO SE REPETE

voltei do hospital pra casa, e voltei ao hospital de novo, ee agora em casa, tudo se repete como numa fileira de espelhos e me vejo hoje magro e reduzido a metade da minha robustez...e minha vaidade atingida de morte...morte e a palavra do dia...me desculpem a ciníca morbidez,mas esse é ainda o unico modo que encontro pra encarar o inevitável....

quarta-feira, 22 de julho de 2009

QUE SEJA APENAS PACIÊNCIA

pois caros amigos não sei se ou quando estarei de novo apto fisicamente bem para sentar - me em frente ao PC. Não estou nada bem,acho que paciência não e suficinte

segunda-feira, 20 de julho de 2009

VOLTEI? TALVEZ

hoje depois de dez dias na casa de saude, pneumonia ...
Reestabelecer - me tentarei.
Talvez

quinta-feira, 2 de julho de 2009

SHALOM RODRIGO

May there be much peace from Heaven and satiety, and salvation, and comfort, and saving and healing and redemption and forgiveness and atonement and relief and deliveranced

SHALOM RODRIGO

domingo, 28 de junho de 2009

SHALOM

Shabat Shalom a todos.
Voltaremos após o fim de um Shabat qualquer

quarta-feira, 24 de junho de 2009

E TUDO SEMPRE È O MESMO

Cada quadra de pelada será um novo castelo de deputado
As estradas batizadas de asfaltadas serão crateras de lama
Universidades lotadas de alunos tipo BE – A - BÁ
Habitantes pálidos e amedrontados ouvem embasbacados:
– Essa terra sem fim será engolida pelos lagos
Das grandes obras do PAC, sem peixes e plâncton
Antas, preguiças, ouriços e gambás
Invadirão moradias pra pastar lagosta e caviar
E as matas do Atlântico será uma floresta de arbustos
E as serras de Sampa a Campos um deserto careca
Sem nome nem bicho nem cabras gregas
E nos rios mares, navios com turistas
Navegarão pelo sertão roendo costelas de vacas
E lá bem no meio da Cactolândia surgirá a geleira do Mont Blanc
E em qualquer dia ao acordarem frescos e banhados
Verão que o mundo onde vivem é o mesmo
E um dia ou dois ou um milhão ou mais vamos engolir o ar
Que nos fará lembrar que o nosso carro está debaixo do mar
E um espécie da Idade do Gelo cobrira vales
Fazendo a barba do prados, perfeitos pra patinar
E poderão, garanto, viver assim, cantar e sorrir
Mas sempre tudo acaba derretendo
E plantas novas surgirão dos corações gelados,
Carnes de cabrito uma iguaria
E perfume da maresia coisa fina
E fogo branco das florestas congeladas
E olha a lebre correndo acima do nevoeiro
É tudo é o mesmo mundo,
Essa lamina de rocha
E esse riacho lavando a neve
Levando os seixos, arrastando a argila,
As areias, e tufos de grama verde
E campos floridos com enxames de abelhas
E como tudo acontece num pacote turístico
Milhões de gente em botes de borracha
Descerão as cataratas surgidas do sertão
Que deixou de ser mar
E se der tempo e com muita calma
Tomarão banho de mar na nova costa
Que vai do Rio até o Ceará




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